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Nove Níveis de Saúde Emocional: Introdução

Acima de tudo, guarde o seu coração,
pois dele depende toda a sua vida” (Pv 4.17).

Ame a seu próximo como a si mesmo” (Mt 22.39).

Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho...” (At 20.28).

Atente bem para sua própria vida e para a doutrina (1 Tm 4.16).

Numa pesquisa feita recentemente pelo MAPI de 108 líderes denominacionais e pastores sobre o pastoreio de pastores, houve umas surpresas.  Perguntamos em quais áreas os respondentes sentiram que os pastores de suas denominações mais precisavam crescer.  Escolhendo de uma lista de nove itens, os respondentes indicaram três que achavam que os pastores do seu círculo mais precisavam.  As áreas mais escolhidas foram:

  • A relação consigo mesmo (saúde emocional, caráter cristão) – 62%
  • A relação com o cônjuge e filhos – 55%
  • A relação com Deus – 47%

Através dos anos, pesquisas de necessidades de pastores têm destacado sempre a mesma área: a relação com Deus.  Esta pesquisa surpreende com dois destaques acima disso.  O primeiro é um chamado claro quanto a valorizar a formação de vida, seja no caráter ou no lado emocional.  Pastores carecem de discipulado ou mentoria quanto a formar seu caráter, como também de aconselhamento ou ministério de restauração quanto ao lado emocional.  O segundo destaque sobre a família aparentemente está começando a ser reconhecido como uma carência tão grande quanto à relação com Deus.

Através dos estudos a seguir, esperamos acrescentar a:

1) seu entendimento de saúde emocional

2) sua habilidade de discernir níveis de saúde em si mesmo e em outros, e

3) caminhos para crescer em sua saúde emocional.

Falamos de sermos pastores e líderes saudáveis, igrejas saudáveis ou até caminharmos rumo a cidades saudáveis sem ter uma definição clara do que é saudável.  Várias pessoas já sugeriram que paremos de usar a palavra “saudável” por estar desgastada.  Precisamos não apenas resgatar o significado dessa palavra, mas aprofundar de forma prática caminhos de crescimento nesta área tão crítica.  A pesquisa acima reforça o sentido informal que a fragmentação da família, a perda de raízes quanto à comunidade e a desconexão relacional que caracteriza as grandes cidades levam cada vez a uma crise maior na área de saúde emocional.  Parece que nunca na história do mundo houve mudanças tão rápidas a todos os lados e menos estrutura social para dar estabilidade e firmeza à vida interior das pessoas.

Você pode conhecer mais sobre saúde emocional nos seguintes links:

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