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Quatorze Princípios da Educação Vivencial
Lowell Bailey

  1. Seleção. Identificando em quem investir.
    Já que a educação vivencial de líderes pastorais embasa-se em relacionamentos mas o número de relacionamentos eficazes que alguém possa desenvolver é limitado, torna-se necessário estabelecer critérios para a seleção daqueles em quem investir.

  2. Espírito Santo como Mestre: Sendo dirigido pela Pessoa certa.
    A capacitação de um líder pastoral não é tarefa completa se for apenas ação huma-na. Com esta compreensão afirmamos seguramente que o ensino e a revelação do Espírito Santo são fundamentais.

  3. Palavra de Deus: Firmando-se no alicerce eterno.
    A palavra de Deus é a base de todo o ensino e a fonte de toda a sabedoria de que precisamos para viver e amadurecer integralmente. Portanto, todo ensino cristão deve ser realizado a partir da Palavra, por intermédio do Espírito Santo.

  4. Facilitador: Incentivando descobertas pessoais.
    A aprendizagem terá maior impacto quando ocorrer por meio de descobertas pesso-ais. Por isso o capacitador deverá servir de guia no processo, não se limitando a simplesmente transmitir conteúdo.

  5. Exemplo: Vivenciando o seu ensino.
    O capacitador precisa ser modelo, demonstrando vivencialmente o perfil de um lí-der pastoral.

  6. Relacional: Comprometendo-se pessoalmente com o líder pastoral.
    O capacitador influencia o líder pastoral através de um relacionamento comprome-tido e pessoal, seja de forma individual ou em pequeno grupo.

  7. Adaptador. Adequando a capacitação à realidade.
    A aprendizagem é maior e mais útil quando o processo da capacitação é elaborado sobre a necessidade sentida e o contexto de vida atual do líder pastoral.

  8. Conceitos Transferíveis: Capacitando para viver e reproduzir.
    Precisamos capacitar de forma cativante e clara o suficiente para que essa capacita-ção seja facilmente entendida, lembrada, colocada em prática e transmitida para outros.

  9. Avaliação: Identificando e incentivando a maturidade.
    O propósito da avaliação por outros, como também da auto-avaliação, é contribuir para o crescimento individual, e não para reprovação. Os critérios têm sua base nas mudanças no participante e no seu ministério.

  10. Pequenos grupos: Compartilhando para o crescimento.
    Tanto relacionamentos quanto aprendizagem de conceitos e habilidades florescem e amadurecem melhor no contexto de pequenos grupos, onde há maior possibilidade de intimidade, confiança e personalização do conteúdo e métodos de ensino.

  11. Participação ativa: Estimulando o envolvimento.
    O líder pastoral é encorajado a fazer perguntas, procurar respostas e identificar onde e como crescer. A didática deve ser interativa, com material que estimule a participação.

  12. Perfil de competências: Capacitando no ser, fazer e saber.
    O alvo da nossa capacitação é contribuir para o crescimento do líder pastoral no caráter (Ser), na habilidade (Fazer) e no conhecimento (Saber).

  13. Capacitação continuada: Motivando ao crescimento constante.
    A nossa capacitação deve motivar o líder pastoral ao desejo e ao compromisso permanente de aprimoramento e busca de oportunidades de aprendizagem.

  14. Seguimento: Promovendo a continuidade.
    Todo evento de capacitação precisa incentivar o planejamento e a prática da aprendizagem.
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