-
Seleção.
Identificando em quem investir.
Já que a educação vivencial de líderes
pastorais embasa-se em relacionamentos mas o número de
relacionamentos eficazes que alguém possa desenvolver
é limitado, torna-se necessário estabelecer critérios
para a seleção daqueles em quem investir.
-
Espírito
Santo como Mestre: Sendo dirigido pela Pessoa certa.
A capacitação de um líder pastoral não
é tarefa completa se for apenas ação huma-na.
Com esta compreensão afirmamos seguramente que o ensino
e a revelação do Espírito Santo são
fundamentais.
-
Palavra de
Deus: Firmando-se no alicerce eterno.
A palavra de Deus é a base de todo o ensino e a fonte
de toda a sabedoria de que precisamos para viver e amadurecer
integralmente. Portanto, todo ensino cristão deve ser
realizado a partir da Palavra, por intermédio do Espírito
Santo.
-
Facilitador:
Incentivando descobertas pessoais.
A aprendizagem terá maior impacto quando ocorrer por
meio de descobertas pesso-ais. Por isso o capacitador deverá
servir de guia no processo, não se limitando a simplesmente
transmitir conteúdo.
-
Exemplo: Vivenciando
o seu ensino.
O capacitador precisa ser modelo, demonstrando vivencialmente
o perfil de um lí-der pastoral.
-
Relacional:
Comprometendo-se pessoalmente com o líder pastoral.
O capacitador influencia o líder pastoral através
de um relacionamento comprome-tido e pessoal, seja de forma
individual ou em pequeno grupo.
-
Adaptador.
Adequando a capacitação à realidade.
A aprendizagem é maior e mais útil quando o processo
da capacitação é elaborado sobre a necessidade
sentida e o contexto de vida atual do líder pastoral.
-
Conceitos
Transferíveis: Capacitando para viver e reproduzir.
Precisamos capacitar de forma cativante e clara o suficiente
para que essa capacita-ção seja facilmente entendida,
lembrada, colocada em prática e transmitida para outros.
-
Avaliação:
Identificando e incentivando a maturidade.
O propósito da avaliação por outros, como
também da auto-avaliação, é contribuir
para o crescimento individual, e não para reprovação.
Os critérios têm sua base nas mudanças no
participante e no seu ministério.
-
Pequenos
grupos: Compartilhando para o crescimento.
Tanto relacionamentos quanto aprendizagem de conceitos e habilidades
florescem e amadurecem melhor no contexto de pequenos grupos,
onde há maior possibilidade de intimidade, confiança
e personalização do conteúdo e métodos
de ensino.
-
Participação
ativa: Estimulando o envolvimento.
O líder pastoral é encorajado a fazer perguntas,
procurar respostas e identificar onde e como crescer. A didática
deve ser interativa, com material que estimule a participação.
-
Perfil de
competências: Capacitando no ser, fazer e saber.
O alvo da nossa capacitação é contribuir
para o crescimento do líder pastoral no caráter
(Ser), na habilidade (Fazer) e no conhecimento (Saber).
-
Capacitação
continuada: Motivando ao crescimento constante.
A nossa capacitação deve motivar o líder
pastoral ao desejo e ao compromisso permanente de aprimoramento
e busca de oportunidades de aprendizagem.
-
Seguimento:
Promovendo a continuidade.
Todo evento de capacitação precisa incentivar
o planejamento e a prática da aprendizagem.