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O Papel do Apoiador dos Mentores e Grupos
Para iniciar o ministério, o casal líder da equipe normalmente mentorea três outros casais para um semestre. Quando esses casais passam a abrir seus próprios grupos, o casal líder da equipe não abre um grupo. Baseado na experiência de haver mentoreado os casais na equipe no semestre anterior, agora ele passa a ser um apoiador deles. Futuramente um mentor que levantar outros mentores pode também passar a ser um apoiador.
Os casais mentores ou facilitadores lideram os grupos, provavelmente um total de três grupos se cada casal abriu um novo grupo. O apoiador é externo ao grupo. Ele visita e observa, ficando nos bastidores. O papel de apoiador não funciona se ele/a fica sempre com um grupo, tornando-se parte do grupo. Ele visita mas depois se afasta, a não ser que haja alguma crise ou conflito sério. Ele vem e vai porque ele apoia dois ou três grupos, especialmente os facilitadores ou mentores do grupo, para que os grupos sejam um sucesso. O casal pode visitar um grupo juntos ou se separarem para visitar diferentes grupos. Além de visitar os grupos, o casal apoiador pode usar o tempo do encontro dos casais de várias formas. Podem aconselhar um casal em crise, planejar o próximo encontro, passar um tempo em intercessão ou conversar juntos sobre o andamento dos grupos.
O Ritmo Normal de um Apoiador Pode Ser:
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Encostar num de seus grupos por 20 a 30 minutos, normalmente sem falar nada, apenas ouvindo e observando pontos positivos para dar feedback para o facilitador e, se precisar, um ponto que pode melhorar.
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Semanalmente, conversar com o mentor fora do grupo, ainda que seja por 5 minutos ao final ou antes dos grupos se encontrarem. Nessa conversa deve ouvir as preocupações do facilitador e ajudá-lo da melhor forma que puder.
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Se o primeiro grupo que visitar estiver bem, passe a assistir um de seus outros grupos. Outra opção é ficar com um grupo a cada semana, alternando-os; nesse caso, teria que se esforçar para não tornar-se participante ativo do grupo.
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Ligar para pessoas que faltarem em seus grupos. Se o facilitador também fizer isso, a pessoa que faltar receberá dois telefonemas. Deve estabelecer a expectativa que quem faltar irá comunicar-se com seu mentor de antemão, para que a comunicação se mantenha. para que o grupo se sente valorizado e para que possam apoiar esse casal em oração.
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Normalmente, o apoiador apenas participa num grupo se for convidado e essa participação for curta, rápida e objetiva, respondendo ao pedido ou necessidade do grupo, e então devolver a palavra ao mentor/facilitador e ao grupo.
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Se o mentor e grupo pedirem, de forma excepcional, o apoiador pode ajudar de forma mais extensa, mas isso deve ser um convite claro e objetivo, entendido como exceção. Nesse caso, se negligenciar outro de seus grupos, deve dar mais atenção para este na próxima semana. O apoiador pode ajudar através de uma mini-ministração, aconselhamento, um mini-ensino de 5 a 15 minutos ou apoiar o facilitador, se ele mesmo estiver precisando de atenção e o grupo não souber como ajudar.
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Se alguém em um de seus grupos precisar de atenção individual maior, o apoiador pode reunir-se com ele à parte, durante o tempo do grupo ou em outro horário.
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Se o apoiador perceber que um problema ou conflito vai além de sua habilidade, deve procurar ajuda, possivelmente do pastor, um psicólogo ou alguém nos ministérios de aconselhamento ou restauração de vidas.
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O apoiador deve estar aberto a feedback quanto a como melhorar, vindo da parte de sua equipe, de membros dos grupos ou até de seu cônjuge!
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