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Equipes Pastorais Saudáveis

Não é bom que o homem (nem o pastor) esteja só;
farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda”(Gn 2.18)

 “Quem se isola (inclusive o pastor) busca interesses egoístas
e se rebela contra a sensatez” (NVI)  

O (líder) solitário busca o seu próprio interesse,
e insurge-se contra a verdadeira sabedoria” (Pv 18.1, ERA)

Descobri ainda outra situação absurda debaixo do sol:
Havia um homem (ou pastor) totalmente solitário...”  (Ec 4.7).

As palavras em parênteses foram acrescentados aos versículos acima.

Com algumas exceções, a cultura brasileira, como a cultura evangélica, eleva o conceito do líder forte, o “coronel” e se opõe ao conceito do colegiado, de equipe.  O termo “equipe” tem se tornado popular, mas as igrejas que começaram a usar o termo tendem a manter a cultura velha com um novo nome.  No fundo, nada mudo.  Missões tem uma tendência maior de usar o termo, mas ainda sem experimentar muito da realidade dele.

A mudança de um modelo pastor-cêntrico (e egocêntrico) para um modelo de verdadeira equipe demora e dificilmente acontece sem alguns crises.  Mudança de paradigma não é fácil.  Sugerimos que o processo pode demorar uns 3-5 anos para não ser traumático.  A cultura da igreja muda junto com a mudança no estilo de liderança.  Se torna mais participativo, decentralizado e baseado nas pessoas serem ministros realizados no uso de seus dons. 

Veja os seguintes links para aprofundar o assunto.

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